fantastico

(redirected from Fantástico)
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fan·tas·ti·co

 (făn-tăs′tĭ-kō)
n. pl. fan·tas·ti·coes Informal
A very bizarre person.

[Italian, imaginary, from Late Latin phantasticus; see fantastic.]

fantastico

(fænˈtæstɪˌkəʊ)
n, pl -cos
obsolete a whimsical or irrational person
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Já com Charles Le Dray, Oliver Herring, Wiebke Siem e Beverly Semmes transforma-se em vetor de um impulso fantástico e fascinante que reativa a lógica sonhada do vestuário como jogo e prazer, vida e espetáculo, máscara e travestimento (id.
propondo atribuir a esse efeito fantástico -- pelo qual o indivíduo é interpelado em sujeito -- o nome de 'efeito Münchhausen', em memória do imortal barão que se elevava nos ares puxando-se pelos próprios cabelos (Pêcheux, 1995, p.
Por sua vez, em O fantástico mistério de Feiurinha, Pedro Bandeira contraria outro estereótipo do conto de fadas clássico: o da jovem que, por ser bela, seduz o príncipe encantado.
O estudante pode narrar uma aventura acontecida com ele mesmo, mas é importante que o enredo contenha elementos fantásticos (e inventados) que impressionem a audiência;
Nesse sentido, a visão do maravilhoso, do fantástico, a edenização do Mundo Novo, que envolviam a mente dos conquistadores do ultramar, não estariam presentes ou ocupariam espaço muito reduzido no imaginário dos lusitanos.
Mais do que isso, para Sérgio Buarque de Holanda, ligados ao detalhismo e aos espaços reduzidos de sua realidade e contrários às feições imaginativas, os lusitanos apegar-se-iam, em oposição às características renascentistas, como o idealismo e a presença do fantástico no mundo cotidiano, a certo realismo e exclusivismo que caracterizavam a arte medieval, aproximando, consequentemente, inclusive, o religioso do secular, no final do período medieval:
Se, contudo, procuravam o fantástico, faziam-no sem alarde e, mesmo assim:
No núcleo psicodélico-fantástico, seres místicos, andróginos, criaturas de outros planetas, canibais, vegetais e objetos personificados realizam os movimentos da perda, da espera, da busca e do encontro, impulsionados por suas vontades, num espaço e tempo sobre-humanos, atribuindo um traço fantástico à combinação de temas e de situações dramáticas.
Estes experimentalismos estão relacionados à influência, nos textos, do fantástico, da astrologia e da contracultura das décadas de 60-70, bem como ao uso de um recurso que acarreta a fragmentação do discurso do narrador que, ao ter dividida a sua perspectiva em vários focos diferentes, ambiciona uma visão completa e simultânea de um mesmo acontecimento e/ou sentimento (4).
Entre los principales discursos figuran el discurso onírico, el discurso fantástico con la narración desde la perspectiva de la muerte, el discurso intermedial de cine, el discurso de cuento de hada y el discurso mitológico.
No lugar de mágico e mesmo de maravilhoso, Rodrigues propõe o uso do termo fantástico, que se origina do latim phantasticu e do grego phantastikós, ambos oriundos, por sua vez, de phantasia.
Da mesma forma, ao afirmar que o fantástico se refere ao que é fantasioso ou imaginário, o estudo de Rodrigues não abrange a produção africana, em que o real é visto como mais inclusivo.