passado


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pas·sa·do

 (pə-sä′dō)
n. pl. pas·sa·dos or pas·sa·does
A fencing maneuver in which the foil is thrust forward and one foot advanced at the same time.

[Alteration of French passade; see passade.]

passado

(pəˈsɑːdəʊ)
n, pl -tos
(Fencing) fencing a step forward and a thrust with the sword

pas•sa•do

(pəˈsɑ doʊ)

n., pl. -dos, -does.
(in fencing) a forward thrust with the weapon while advancing with one foot.
[1580–90; alter. of Sp pasada or Italian passata. See pass, -ade1]
ThesaurusAntonymsRelated WordsSynonymsLegend:
Noun1.passado - (fencing) an attacking thrust made with one foot forward and the back leg straight and with the sword arm outstretched forward
fencing - the art or sport of fighting with swords (especially the use of foils or epees or sabres to score points under a set of rules)
knife thrust, stab, thrust - a strong blow with a knife or other sharp pointed instrument; "one strong stab to the heart killed him"
remise - (fencing) a second thrust made on the same lunge (as when your opponent fails to riposte)
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A categoria identidade narrativa aparece no final de Temps et recit III como resultante da articulacao entre historia e ficcao segundo a concepcao da Historia e da Ficcao Literaria terem uma natureza epistemologica que consiste em: por um lado, que o fazer historia necessita da narrativa pelo fato de ser o passado irrecuperavel e, por isso a imaginacao ser invocada como recurso para a sua analise, aproximando a historia da ficcao; por outro lado, o reconhecimento que a criacao ficcional, enquanto resultante de um uso poetico da linguagem, e dotada de uma capacidade de referencia ontologica intrinseca, o que viabiliza a criacao de historias que originam mundos verossimeis e habitaveis.
Na intersecao entre culturas visuais e praticas espaciais, os mais diversos registros visuais, desde cartoes postais e fotografias ate mapas e documentarios, merecem a nossa atencao, porque de uma forma ou outra tem uma influencia significativa na construcao de espacos, lugares, regioes e territorios e os seus respectivos imaginarios, tanto no passado como no presente.
a cultura, do saber e da memoria" que as convertem em espacos privilegiados para que um rico dialogo entre o presente e o passado teca os limites da tradicao.
Em sua introducao e primeiro capitulo, a autora retoma os conceitos iniciais e historicos acrescidos do ordenamento referente as tres ondas do feminismo; nos capitulos subsequentes prossegue ate chegar a suas consideracoes finais, abordando a manifestacao de um pluralismo demonstrado atraves dos varios tipos de feminismos emergentes, fato este que se deve, principalmente, aos feitos de todo um coletivo de mulheres do passado e sua luta iniciatica por direitos e oportunidades iguais para sujeitos femininos.
Agrupar estes livros numa relacao de continuidade se nos apresenta como um duplo equivoco, pois, alem de submeter a obra poetica de Bandeira a um esquema evolutivo, busca apoio cronologico para encontrar, num confesso passado autobiografico--e para nos, ja recontado sob o crivo do literario--, a origem e a explicacao para a producao dita madura.
Na busca pela constituicao do mundo melancolico e do mundo maniaco e tendo como referencial filosofico o ultimo Husserl, nesta obra Binswanger (1960/2005) coloca que o futuro, o passado e o presente sao os momentos estruturais intencionais constitutivos dos objetos temporais e os denomina, respectivamente, como protentio (protensao), retentio (retencao) e prasentatio (apresentacao).
Tornam enviesado nao apenas o passado, mas tambem o presente--e, obvio, esterilizam as possibilidades futuras.
De outro lado, ocorrem lembrancas independentes de quaisquer habitos: lembrancas isoladas, singulares, que se constituiram autenticas ressurreicoes do passado.
Portanto, trata-se de um processo que vai do presente para o passado, ou, melhor dizendo, de um processo seletivo e ressignificado de recuperacao do passado.
Se transportarmos a teoria de Vygotsky para o desenvolvimento de conceitos e vocabulos temporais, podemos afirmar que a crianca, estando exposta diariamente a conversas sobre o passado e o futuro, adquire um significado rudimentar de palavras temporais e tempos verbais e estes evoluem a medida em que a crianca se torna mais capaz de diferencia-los.
O paradigma modo-temporal do portugues tem passado por alteracoes, como o predominio do uso da forma perifrastica para codificar o tempo futuro do presente, uso da forma do preterito imperfeito para representar o tempo futuro do preterito, uso da forma do preterito perfeito para representar o tempo preterito mais-que-perfeito, e forma do presente do modo indicativo em contextos normatizados como de modo subjuntivo (CAMPOS; RODRIGUES; GALEMBECK, 1993; RODRIGUES et alii 1996; COSTA, 1997; SILVA, 1998, GORSKI et alii, 2002; CARDOSO; PEREIRA, 2003; COAN, 1997; 2003; GIBBON, 2000; LONGO; CAMPOS, 2003, FREITAG, 2007, entre outros).