André


Related to André: André Breton, ERAM, Minelli

An·dré

 (än′drā, ăn′drē), John 1750-1780.
British army officer hanged as a spy in the American Revolution for conspiring with Benedict Arnold.

André

(ˈɑːndreɪ; ˈændrɪ)
n
(Biography) John. 1751–80, British major who was hanged as a spy for conspiring with Benedict Arnold during the War of American Independence

An•dré

(ˈɑn dreɪ, ˈæn dri)

n.
John, 1751–80, British major hanged as a spy by the Americans in the Revolutionary War.
References in periodicals archive ?
André Lemos, inspirando-se em Willian Gibson, afirmou que "o princípio que rege a cibercultura é a 're-mixagem', conjunto de práticas sociais e comunicacionais de recombinação" (LEMOS, 52).
André Fernando Nascimento Gonçalves (1), Elane Cristine Correia Santos (1), João Batista Kochenborger Fernandes (2) e Leonardo Susumu Takahashi (1) *
Hamilton Hisano (1) *, Márcia Mayumi Ishikawa (1), Rosana de Ávila Ferreira (1), André Luiz Azambuja Bulgarelli (2), Thiago Raphael Costa (2) e Santiago Benites de Pádua (3)
O estudo que se segue, A quarta onda: observações sobre a revolução da informação, de Valdemir Miotello e André Luiz Covre, problematiza questões acerca da liberdade de expressão na mídia, uma vez que, como ocorre na mídia tradicional, as informações são transmitidas como um bloco.
Nessa data, em virtude de "legítimo impedimento" (no caso, doença), deixaram de receber o grau de Doutor os professores efetivos Ricardo José Gomes Jardim e Frederico Leopoldo Cezar Burlamaque, além dos substitutos: André Cordeiro de Negreiros Lobato e Francisco Antônio Raposo.
André Luiz Maranhão de Souza Leão Professor Adjunto do Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração da Faculdade Boa Viagem -- CPPA/FBV.
Já faz algum tempo que onipresença de nomes como Bernard-Henry Lévy, André Glucykmann, Alain Finkielkraut, Luc Ferry e Régis Debray no espaço público francês é motivo de polêmica.
André Gaudreault (1988) tem afirmado que os estudos cinematográficos devem se proteger de uma ilusão: a de que o cinema sabe contar tão bem que se têm às vezes a impressão de que sempre foi assim.
É bastante esclarecedora a explicação que nos é fornecida por André Lemos (no prelo) -- pioneiro no Brasil no estudo das ciberurbes -- sobre a constitaição e abrangência das mídias locativas no seu atual esta-do da arte.
A informação, dizia o sociólogo André Akoun, "enriquece o conhecimento que os agentes sociais têm de seu mundo" (Sociologie des communications de masse, Hachette--1997).
André Lemos (2004) que tern dedica-do seus estudos as implticações das inserções tecnológicas no conjunto da vida social, esclarece como a telefonía móvel propiciou a "ampliação de formas de conexões entre homens e homens, máquinas e ho-mens, e máquinas e máquinas motivadas pelo nomadismo tecnológico da cultura contemporánea e pelo desenvolvimento da computação ubíqua (3G, WI-FI), da computação senciente (REID), bluetooth) e da computação pervasiva, além da continuação natural de processos de emissão generalizada e de trabalho cooperativos da primeira fase dos CC (blogs, fóruns, chats, software livres, peer to peer, etc)".